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FIDC: o que é e como investir? [2024]O produto financeiro recebe aplicações de investidores profissionais que procuram rentabilidade, saber o risco da aplicação a partir das agências de risco e diversificar a carteira.
A sigla significa Fundo de Investimento em Direitos Creditórios e se refere a um fundo de investimento que tem seu patrimônio aplicado em títulos de créditos que as empresas devem receber.
Outro nome dado ao ativo é fundo de recebíveis, e este é considerado um produto financeiro de renda fixa porque há uma taxa de retorno pré-definida.
Basicamente, diversas pessoas alocam seus recursos financeiros nele para que uma aplicação seja feita em conjunto. Nesse caso, o foco é em direitos creditórios que foram convertidos para títulos e estão à venda, como aluguéis, cheques, duplicatas, ou compras parceladas no cartão de crédito.
Os créditos originados de transações que podem se tornar ativos de um FIDC pertencem aos seguintes setores: financeiro; comercial; industrial; imobiliário; de hipotecas; de arrendamento mercantil; de prestação de serviços.
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O FIDC é uma aplicação de modalidade coletiva que tem pelo menos 50% do dinheiro direcionado para direitos creditórios. O restante da quantia pode ser investido em alguns ativos de renda fixa.
Além disso, ele tem duas formas:
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Quando o investimento é retirado antes da aplicação financeira completar 30 dias, há uma cobrança regressiva de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Há incidência do Imposto de Renda (IR), a quantia é descontada diretamente na fonte e a tabela é regressiva: até 180 dias, a alíquota é de 22,5%; de 181 a 360 dias é de 20%; entre 361 e 720 dias, 17,5%; mais de 720 dias é de 15%.
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Quando se trata do Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios, existem dois cenários possíveis:
O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), também conhecido como fundo de recebíveis, é um ativo de modalidade coletiva que direciona seu patrimônio para títulos de créditos que empresas devem receber.
O FIDC pertence à renda fixa, uma vez que existe uma taxa de retorno pré-definida. Além disso, é importante citar que os créditos originados de transações que podem se tornar ativos de um FIDC pertencem aos seguintes segmentos: comercial; industrial; financeiro; imobiliário; de arrendamento mercantil; de prestação de serviços; de hipotecas.
Pelos menos 50% do patrimônio deve ir para direitos creditórios, o que sobrar é destinado para produtos de renda fixa. Outro fator é que o FIDC pode ser aberto ou fechado.
Existem cotas sênior e cotas subordinadas - ambas foram explicadas em tópicos anteriores - e o prazo pode ser determinado ou não.
O fundo é composto pelo cedente, custodiante, administrador, gestor, cotista e pelos estruturadores.
Em relação à tributação, caso o resgate seja feito antes da aplicação completar 30 dias, há uma cobrança regressiva do IOF. O Imposto de Renda incide na fonte e a tabela é regressiva: até 180 dias, a alíquota é de 22,5%; de 181 a 360 dias é de 20%; entre 361 e 720 dias, 17,5%; mais de 720 dias é de 15%.
As vantagens são: rentabilidade; negociação pode ser feita no mercado secundário; classificação do risco em agências de risco; diversificação da carteira. As desvantagens são: só investidores qualificados podem fazer aportes; aplicação inicial é alta; baixa liquidez e os riscos de crédito, liquidez e mercado.
Continue acompanhando a Somas e não deixe de ler ”Free Float: o que é e qual a importância desse indicador?”.
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