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Você é um investidor qualificado? Como tornar-se um e quais suas vantagens?

Veja o que é um investidor qualificado, suas principais características e os direitos que você terá ao ser classificado como.

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O que é Investidor Qualificado? [2024]O que é Investidor Qualificado? [2024]

O termo pode parecer um elogio para pessoas que fazem boas aplicações e têm resultados positivos, mas não é bem isso. Na verdade, trata-se daqueles que, entre outros fatores, possuem R$1 milhão em produtos financeiros.


O que é?


Um investidor qualificado possui mais conhecimento e experiência no mercado financeiro, além de ter, obrigatoriamente, pelo menos R$1 milhão em aplicações ou possuir certificados autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O artigo 12 da Resolução 30/2021 da CVM explica com mais detalhes o que faz uma pessoa pertencer a categoria:

Art. 12. São considerados investidores qualificados:

I – investidores profissionais;

II – pessoas naturais ou jurídicas que possuam investimentos financeiros em valor superior a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) e que, adicionalmente, atestem por escrito sua condição de investidor qualificado mediante termo próprio, de acordo com o Anexo B;

III – as pessoas naturais que tenham sido aprovadas em exames de qualificação técnica ou possuam certificações aprovadas pela CVM como requisitos para o registro de agentes autônomos de investimento, administradores de carteira de valores mobiliários, analistas de valores mobiliários e consultores de valores mobiliários, em relação a seus recursos próprios; e

IV – clubes de investimento, desde que tenham a carteira gerida por um ou mais cotistas, que sejam investidores qualificados.

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Como se tornar um investidor qualificado?


Para a CVM, como informado anteriormente, os investidores qualificados são aqueles que possuem R$1 milhão em produtos financeiros.

Uma alternativa a essa necessidade é ser aprovado em certificações listadas dos investimentos ou fazer parte de algumas categorias.

Em outras palavras, para se tornar um investidor qualificado, você precisa ter patrimônio investido de R$1 milhão; obter aprovação em um exame de qualificação; receber aprovação em um exame de qualificação técnica.


Ter uma das certificações válidas da CVM


Esta parte merece uma atenção especial, dado que boa parte das pessoas não entende do que se trata.

Caso o indivíduo não tenha R$1 milhão, deve conseguir algumas certificações para entrar para a categoria.

Alguns são: Certificado CEA (assessores de investimento); Certificado CGA (gestores de recursos de terceiros); Certificado CEA (assessores de investimento); Certificados CNPI (analistas de investimentos); Certificado CFP (planejadores financeiros);

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Investidor profissional é o mesmo que o qualificado?


Uma confusão presente na cabeça de muitas pessoas é se o investidor profissional é igual ao qualificado. No entanto, isso não procede: enquanto o profissional precisa ter R$10 milhões em ativos e, por isso, é também um qualificado; o outro só precisa de R$1 milhão.

Alguns profissionais são: instituições autorizadas pelo Banco Central; seguradoras e sociedades de capitalização; pessoas físicas ou jurídicas, fundos de investimentos e outros.

Vale pontuar que outras pessoas também podem ser consideradas investidoras, basta pertencer a um dos grupos: quem trabalha como investidor profissional; Clubes de investimento que possuem, na gestão, pelo menos um cotista que seja um investidor qualificado; Agentes autônomos de investimento; Administradores de carteira; Analistas e consultores de valores mobiliários; aqueles que tenham sido aprovadas especificamente para essa categoria.


Vantagens



Acesso a determinados ativos

Alguns investimentos só têm a compra disponibilizada para determinado público de pessoas. Os CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio), por exemplo, são limitados desde 2016 pela CVM.

Outros produtos considerados mais sofisticados passam pela mesma situação, é o caso dos debêntures e CRIs - leia “O que são CRIs e CRAs?” .

Para os investidores qualificados, ativos de renda fixa são oferecidos com taxas de juros maiores. Ou seja, CRIs, CRAs e debêntures, possuem taxas mais atrativas.

Além disso, podem adquirir fundos de multimercado, fundos de investimento do exterior (FIEX) e FIDCs.

Esse grupo de indivíduos ainda consegue fazer a aquisição de Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) que estão restritos a eles, ou seja, que só eles podem comprar - use o nosso simulador voltado para os FIIs.

Como há novas oportunidades de aplicação, há novas formas de garantir a rentabilidade - e daí surge o benefício da categoria.


Desvantagens



Riscos envolvidos

O investidor pode sofrer mais riscos a depender das aplicações e isso deve receber uma atenção especial. Afinal, há uma possibilidade de perder dinheiro e não é isso que você quer, né?

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Conclusão


Um investidor qualificado é aquele que possui amplo conhecimento e experiência no mercado, além de ter R$1 milhão investidos ou possuir certificados da CVM.

O artigo 12 da Resolução 30/2021 CVM aborda quais fatores são essenciais para que uma pessoa pertença a essa classe: “I – investidores profissionais; II – pessoas naturais ou jurídicas que possuam investimentos financeiros em valor superior a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) e que, adicionalmente, atestem por escrito sua condição de investidor qualificado mediante termo próprio, de acordo com o Anexo B”;

E continua “III – as pessoas naturais que tenham sido aprovadas em exames de qualificação técnica ou possuam certificações aprovadas pela CVM como requisitos para o registro de agentes autônomos de investimento, administradores de carteira de valores mobiliários, analistas de valores mobiliários e consultores de valores mobiliários, em relação a seus recursos próprios; e IV – clubes de investimento, desde que tenham a carteira gerida por um ou mais cotistas, que sejam investidores qualificados”.

Vale pontuar que investidores qualificados não são o mesmo que profissionais: o primeiro precisa de pelo menos R$1 milhão em produtos financeiros, já o segundo deve ter R$10 milhões em ativos.

Se por um lado há a vantagem de ter acesso a mais investimentos; por outro, pode haver mais riscos envolvidos na operação.

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