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Portabilidade de Previdência Privada: o que é e como funciona? [2024]Quem planeja o futuro deve sempre considerar as melhores ofertas, mesmo que isso implique em mudanças. Leia este texto e entenda o assunto.
A previdência privada é um tipo de investimento construído durante a fase adulta para complementar a aposentadoria do INSS.
Basicamente, a pessoa guarda parte do seu salário mensalmente e usufrui dessa economia quando alcançar a terceira idade.
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A portabilidade de previdência privada é a transferência de um plano contratado para outro.
Segundo o InfoMoney, “seja pela insatisfação com planos contratados em um passado em que pouco se discutia a renda necessária para aposentadoria ou pela maior variedade de produtos oferecidos, principalmente com o ingresso de gestoras independentes de renome no mercado, a portabilidade deve ser usada a favor do portfólio não só em termos de rendimento quanto de diversificação, ao permitir a mudança de produtos mais conservadores para aqueles de perfil mais arrojado (e vice-versa), sem penalidade.”
A mudança só pode ocorrer na fase de acumulação, ou seja, enquanto você está investindo no produto.
O PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livre) só pode mudar para outro PGBL. O VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livre) só pode mudar para outro VGBL.
Uma questão importante é que o regime de cobrança só pode ser alterado em um caso: a tabela progressiva consegue mudar para outra progressiva ou regressiva. Nesse sentido, não é possível migrar da regressiva para a progressiva.
É possível fazer tanto a portabilidade interna, em que você muda seu plano e continue na mesma instituição financeira, quanto a portabilidade externa, em que você altera a seguradora.
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A taxa de administração é o valor pago para a seguradora pelo serviço prestado.
Ela é definida pela empresa e afeta diretamente a rentabilidade da aplicação, dado que é um custo para o investidor.
Nesse sentido, é comum que as pessoas queiram encontrar oportunidades melhores para ter mais dinheiro no futuro.
Mais uma das motivação para o interesse pela troca é ter encontrado um fundo que tem uma estratégia de investimentos mais eficiente.
Existem planos que possuem investimentos sem qualidade e, inclusive, há especialistas que indicam fazer aplicações de forma independente ao invés de se expor a fundos inadequados.
A consequência das más escolhas de ativos resulta em um retorno menor. Por isso, é importante que você se atente ao que contrata. Quando a decisão é bem embasada, é comum que você receba muito mais do que quem “escolheu qualquer um”.
Uma outra razão para a portabilidade é a falta de satisfação com o trabalho da seguradora.
Caso o atendimento seja ruim, por exemplo, ter uma boa relação entre a companhia e o investidor é quase inviável.
O primeiro passo é analisar as condições do seu plano atual a fim de entender se te desagrada ou não. Aqui, observe as cobranças, se a tabela é regressiva ou progressiva, qual a modalidade que contratou, o fundo e a tábua atuarial.
Feito isso, procure ofertas e negocie com a concorrência até encontrar um serviço que te agrade. Confira os pontos positivos e negativos para fazer a mudança só se valer a pena.
A próxima etapa, caso queira uma portabilidade externa, é o contato com a nova instituição financeira e a apresentação dos documentos ali solicitados. Ela fica responsável por contatar a sua antiga seguradora e manter o andamento da transferência.
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Existem dois regimes de cobrança do Imposto de Renda: a tabela progressiva, em que a alíquota aumenta conforme o tempo, e a regressiva, em que o IR pago no começo é mais caro e fica menor com o passar dos anos.
É possível trocar o regime, mas isso se restringe à troca da tabela progressiva para a regressiva. O contrário não é possível.
Quando a mudança é feita, o tempo de tributação passa a ser o primeiro dia de vigência da alteração. E, caso o resgate seja feito antes de dois anos, 35% é o valor do pagamento inicial do IR.
Confira a nossa ferramenta para imposto PGLB e o simulador de imposto para VGBL.
A previdência privada é um tipo de investimento construído na fase adulta e é resgatado na velhice para complementar o benefício do INSS.
A portabilidade dela é a transferência de um plano para outro.
A permissão para fazer a alteração só é dada durante a fase de acumulação. Além disso, se você contratou um PGBL, só pode mudar para um PGBL. Se você tem um VGBL, só consegue ir para outro VGBL.
Outra informação útil é que o regime de cobrança só pode ser alterado se você tiver a progressiva.
As pessoas optam pela portabilidade por diferentes motivos: a taxa de administração é muito alta; outro fundo investe em produtos de maior qualidade; a taxa de retorno do atual é baixa; insatisfação com o serviço prestado.
Continue acompanhando a Somas e não deixe de ler ”Valuation: o que é e como usar essa técnica para avaliar empresas?”.
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