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O que é DIVO11? Conheça mais sobre o ETF de dividendos [2024]Fundo que replica índice de dividendos tem gestão passiva e busca investir em ações que mais pagam proventos. Antes de conferir o texto, descubra o que são ETFs.
Presente na B3, Bolsa de Valores brasileira, o DIVO11 é um ETF (Exchange Traded Funds) que copia o desempenho do IDIV - o qual indica a quantidade de dividendos entregues por uma empresa em comparação ao preço da ação dela.
Ele reinveste os proventos recebidos para se valorizar e gerar rentabilidade.
No mínimo, 95% do patrimônio do fundo vai para ações do IDIV. O restante pode ser usado na aquisição de ativos que não fazem parte do índice.
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Os ETFs são capazes de variar os produtos financeiros de uma carteira, o que diminui os riscos de grandes perdas envolvidos nas operações.
Um ponto positivo é a praticidade de investir: você procura o ticker do fundo de índice no home broker da sua corretora de valores e faz a aquisição.
Muitas pessoas se atraem pelo baixo custo, o qual é consequência da gestão passiva dos ETFs. No caso do DIVO11, a taxa de administração é de 0,5% ao ano.
A cada 4 meses, há uma rotatividade no fundo porque uma atualização é feita. O impacto se dá no retorno financeiro, pois algo que não oferece mais tanta rentabilidade é substituído por uma opção melhor.
Apesar de diminuir as possibilidades de prejuízo a partir da diversificação da carteira, o DIVO11 tem riscos. Se uma ação sofre uma grande desvalorização, há a chance do fundo ser impactado expressivamente.
Não há isenção do Imposto de Renda (IR) quando você aplica em uma cota de ETF, por isso o investidor precisa pagar uma alíquota de 15% sobre os rendimentos. Também há uma cobrança pela remuneração dos dividendos, já que eles são reinvestidos e valorizam as cotas.
Leia o texto produzido pela Somas e confira se ETFs pagam dividendos.
Se por um lado é interessante investir no índice, por outro não existem critérios adicionais. A expectativa de valorização de um ativo, por exemplo, não é levada em consideração.
O papel precisa pertencer aos 33% dos ativos com maior dividend yield nos 36 dias antes da carteira ser feita. Também é necessário fazer parte de 95% das sessões negociadas na Bolsa.
Por fim, empresas que não distribuem dividendos nos últimos quatro meses ou possuem valor de ação abaixo de R$1.
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O passo inicial é procurar uma corretora que ofereça um portfólio amplo, além de bom atendimento e um aplicativo intuitivo. Feito isso, cadastre-se nela e transfira dinheiro para sua conta.
Depois, só vai precisar enviar as ordens de compra e esperar que a operação seja feita com sucesso.
Vale lembrar que você precisa possuir uma reserva de emergência, equivalente a 6 meses do seu custo de vida, e ter seus objetivos bem definidos. Ainda indicamos que você pesquise e descubra se realmente é a melhor opção para você e seus interesses.
O DIVO11 é um ETF que segue o desempenho do IDIV e, portanto, investe em ações com os maiores dividends yield.
As vantagens são: diversificação de ativos, praticidade de aplicação e taxas reduzidas. Enquanto as desvantagens são: rotatividade, riscos, tributação e não levar em conta outros critérios que não a referência.
Vale lembrar que uma ação só pode fazer parte do IDIV quando ela pertence aos 33% maiores dividends yield dos últimos 36 dias. O papel também deve estar em 95% das sessões negociadas na Bolsa.
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