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Ciclos econômicos são movimentos naturais das economias globais. Saiba identificar cada um e suas mudanças!

O ciclo econômico são as quatro mudanças que ocorrem na economia, consideras essenciais no momento de planejar-se.

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Equipe Somas - Lorraine Moreira
18 de outubro, 2022

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Ciclos Econômicos: como funcionam?Ciclos Econômicos: como funcionam?

O conceito combina quatro possibilidades de cenários e é essencial ter conhecimento sobre ele, uma vez que tem impactos tanto na sua vida quanto nas suas aplicações.


O que é?


O ciclo econômico é o conjunto de mudanças que ocorrem em uma economia, composto por quatro etapas: expansão, boom, contração e recessão.

Ou seja, a economia passa por períodos de prosperidade e estagnação ou crise. Portanto, vai haver oscilações.

Isso porque, a produção de bens e serviços é feita de forma agregada, consequentemente, há períodos de expansão e recessão.

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Como os ciclos econômicos funcionam?


Para a ciência macroeconômica, o Produto Interno Bruto (PIB) tende a apresentar crescimento constante a longo prazo, diferente de curtos períodos, marcados por recessões e expansões.

A escola monetária acredita que as atividades de crédito se relacionam com os ciclos, dado que juros elevados geram diversas consequências, como a diminuição da atividade econômica.


Fases do ciclo econômico


  • Expansão: a economia avança positivamente e, dessa forma, apresenta crescimento consistente na produção de bens e serviços. Nesse caso, é comum que as taxas de juros estejam baixas.

  • Boom: é o pico do ciclo econômico, ou seja, é o máximo da produção de mercadorias e serviços. Aqui, é possível observar desequilíbrios, como aumento da inflação ou necessidade de elevar os juros.

  • Contratação: há uma redução da atividade econômica e, além disso, existe uma tendência de elevação do desemprego.

  • Recessão: o ponto mais alto de uma crise econômica aparece nesse momento, onde há uma alta taxa de desemprego, juros elevados e sobras de capacidade instalada.


Tipos de ciclos econômicos


  • Ciclos longos de Kondratiev: os ciclos econômicos com duração de 40 a 60 anos fizeram parte das revoluções tecnológicas, fundamentais para crescimentos e crises do capitalismo, segundo Nikolai Kondratiev, economista que estudou o fenômeno.

  • Ciclos de Juglar: Clément Juglar estudou os ciclos de 7 a 11 anos no século XIX, no Reino Unido. Ele foi responsável por traçar relações entre as oscilações do mercado de trabalho, a inflação, os investimentos e o PIB.

  • Ciclos de Kitchin: Joseph Kitchin analisou os ciclos de 2 a 4 anos das empresas de uma economia. Para tanto, utilizou dados relacionados à demanda, aos preços dos fornecedores e às taxas de juros dos empréstimos.


Investimento e ciclos: qual é a relação?


Todo investidor precisa considerar o ciclo econômico que está e quais são as expectativas futuras porque isso interfere no retorno que vai obter.

Caso seja um período de alta da inflação e o governo esteja planejando elevar os juros para conter o aumento do preço de produtos e serviços, por exemplo, é mais interessante optar por ativos de renda fixa do que os de renda variável.

O contrário também é válido, dado que com as margens de lucro maiores, o investidor se beneficia.

Vale lembrar da necessidade de criar planejamentos de longo prazo, considerando os seus objetivos. Além de não se desesperar e migrar de um produto financeiro para outro.

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Conclusão


O ciclo econômico é o conjunto de mudanças que ocorrem em uma economia, sendo que existem quatro fases: expansão, boom, contração e recessão.

O PIB, para a ciência macroeconômica, tende a crescer constantemente a longo prazo. Mas em períodos pequenos, existem aumentos ou diminuições dele. Segundo a escola monetária, as atividades de crédito estão principalmente ligadas ao funcionamento dos ciclos.

Existem estudiosos da temática, os quais aparecem em tópicos anteriores com a explicação do que eles compreenderam a partir de suas análises. São eles: Nikolai Kondratiev, Clément Juglar, Joseph Kitchin.

Vale lembrar da necessidade de entender o momento em que você está para fazer investimentos. Quando os juros estão altos, por exemplo, os ativos de renda fixa são mais atrativos.

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